
No futuro,os alérgicos poderão, enfim, ter seus gatos!
Um futuro próximo,diga-se. Uma empresa americana garante que dentro de 3 anos a interferência no DNA dos bichanos os tornará inofensivos.
Outra notícia sobre bichos de estimação: um parlamentar gaúcho apresentou projeto de Lei que proíbe os proprietários de batizar seus animais com nomes de pessoas.
O deputado pensou em tudo: zoológicos terão placas com avisos e clínicas de veterinária só venderão gatos, cachorros, hamsters depois de informarem a proibição.
Sendo assim,ditadores,atores,ex-maridos e demais celebridades ficariam livres do constrangimento de terem seus nomes gravados na coleira de um poodle qualquer.
Se a Lei já estivesse valendo, o galo de briga de Duda Mendonça não poderia se chamar Sadam.
George Bush seria apenas o presidente atrapalhado que tenta a reeleição e não o cachorro do vizinho (que,aliás,desenvolveu uma amizade suspeita, com um colega chamado Schwaznegger).
Se eu tivesse um animal ( aviso logo que estou pensando nisso!) , o deputado poderia ficar despreocupado. Não serei eu a atrapalhar projeto de tamanha relevância para a vida do país!!!!
Por que dar o nome de alguém "do mal" a um pobre gatinho?
Até reconheço que seria engraçado ver uma cachorra, estilo emergente, com pêlo pós-relax pós-henna e que atenderia pelo nome de ....... ah, deixa prá lá (rs). Mas é um prazer esquisito esse,não?
Se o que se busca num bicho de estimação é companheirismo e fidelidade, o nome dele precisa ser bem escolhido.
E, do jeito que caminha a humanidade, talvez seja melhor criar um nome a utilizar algum existente. Um nome que não pertence a ninguém já é o primeiro passo para não ter decepção com o nosso futuro amiguinho!
Então, fica combinado que o gatinho terá um nome para chamar de seu e, segundo a biotecnologia, será perfeito porque virá sem espirros,sem olhos vermelhos e inchados.
Um gato que não provoca olhos vermelhos!
Papai noel, eu me comportei bem em 2004. Acho que mereço um!





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